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sábado, 28 de janeiro de 2012

Receitas de concessões vão estimular aviação regional

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O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, descarta adiar o leilão dos aeroportos previsto para o dia 6 de fevereiro e espera uma disputa “bastante acirrada”. Segundo ele, os ajustes discutidos com o Tribunal de Contas da União (TCU) são “pequenos” e não exigem recontagem de prazos, se houver a necessidade de mudar aspectos do edital. O tribunal analisará o documento em reunião plenária do dia 1º. “Não há nenhuma chance de adiarmos o leilão. E nem do TCU, até agora, tivemos nenhuma sinalização nesse sentido”, disse o ministro.

Bittencourt também afastou os rumores de que o governo ainda cogitaria reduzir a participação da Infraero – de 49% nas sociedades de propósito específico formadas para administrar os aeroportos. “Essa é uma premissa básica da nossa modelagem”, ressaltou. De acordo com ele, a obrigatoriedade de associação com a estatal não é motivo de discórdia na iniciativa privada. “Há empresas interessadas nos aeroportos, como grandes operadoras estrangeiras, que não querem nenhum outro sócio, só a Infraero.”

O ministro aposta em um ágio “grande”, mas não se arrisca com um percentual. “É claro que vai ter [ágio], e acho que grande, mas eu parei de tentar acertar”, disse Bittencourt, lembrando palpites que falharam em outras concessões, quando era diretor de infraestrutura do BNDES. Ele ainda mandou um recado às empresas que vem insistindo em pedir adiamento do leilão. “Se nós entrarmos nesse tipo de conversa, adiamos pelo resto da vida.”

O lance inicial é de R$ 3,424 bilhões para Guarulhos, de R$ 1,471 bilhão para Viracopos e de R$ 582 milhões para Brasília. Os recursos, no entanto, não entram para o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) de uma vez. Eles serão pagos em parcelas anuais, ao longo das concessões – que duram entre 20 e 30 anos -, diretamente para o fundo da aviação. Com isso, o governo está fazendo uma espécie de blindagem contra eventual contingenciamento do Tesouro, ao contrário dos fundos criados a partir da privatização das operadoras de telefonia.

A Secretaria de Aviação Civil criou novos incentivos para os investimentos das futuras concessionárias. Uma portaria publicada ontem no “Diário Oficial” da União disciplina os requisitos mínimos para a aprovação de projetos de investimento em obras de infraestrutura aeroportuária. A medida vale também para o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, que está sendo construído em Natal (RN).

De acordo com a regra, as empresas formadas para explorar os aeroportos concedidos poderão emitir debêntures com desconto no imposto de renda de quem ficar com esses papéis. “Isso vai diminuir o custo de captação e cria uma nova alternativa às empresas para financiar seus investimentos”, afirmou Bittencourt.

A incidência do imposto de renda sobre os rendimentos auferidos pelos detentores dessas debêntures será de zero para pessoa física e de 15% para pessoa jurídica. Os títulos ou valores mobiliários deverão ser remunerados por taxa de juros pré-fixada vinculada a índice de preço ou a taxa referencial (TR), vedada a pactuação total ou parcial de taxa de juros pós-fixada. As concessionárias deverão submeter os projetos de investimento candidatos a esses benefícios à aprovação da Secretaria de Aviação Civil, que terá 30 dias para atestar a relevância da proposta e a conformidade da documentação.

Esse instrumento visa complementar a linha de financiamento anunciada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na semana passada. O apoio do banco pode chegar a 80% do investimento total das futuras concessionárias.

Até o fim do primeiro trimestre, Bittencourt acredita que estará pronto o plano de outorgas dos aeroportos, uma iniciativa inédita. Esse plano determinará quais aeroportos da rede atual ficarão com a Infraero, quais serão administrados localmente – por Estados ou municípios – e quais serão concedidos para a iniciativa privada. Mas há segredo de Estado quanto aos terminais escolhidos para novas concessões.

Bittencourt assegurou que os passageiros, em 2012, verão mais obras sendo tocadas pela Infraero. “Resolvemos uma série de problemas acumulados com licitações e agora estamos conseguindo efetivamente contratar as obras”, disse o ministro. Ampliações dos terminais existentes ou novas estruturas começarão a sair do papel, nos próximos meses, em aeroportos como Manaus, Fortaleza, Cuiabá e Goiânia.

FONTE: Valor Econômico

CINDACTA I começa a operar novo sistema SAGITARIO

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O Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA I), em Brasília, passou a operar neste final de semana (22/1) com o novo software SAGITARIO - desenvolvido no Brasil e capaz de processar dados de diversas fontes como radares e satélites e consolidá-los em uma única apresentação visual para o controlador de voo.

O Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatório de Interesse Operacional (SAGITARIO) já funciona nos CINDACTA II (Curitiba) e CINDACTA III (Recife). O novo sistema será instalado em todos os quatro Centros de Controle. A versão recebida pelo CINDACTA I é a mais moderna, já com atualizações decorrentes do emprego do sistema nas regiões Sul e Sudeste do país.

O SAGITARIO traz várias inovações em relação ao programa X-4000, que está sendo substituído. O software permite a sobreposição de imagens meteorológicas sobre a imagem do setor sob controle, para acompanhar, por exemplo, a evolução de mau tempo em determinada região do país. Os planos de voo também podem ser editados graficamente sobre o mapa, possibilitando a inserção, remoção e reposicionamento de pontos do plano e cancelamento de operações, o que permitirá ao controlador acompanhar melhor a evolução do que estava previamente planejado para o voo. Além disso, etiquetas inteligentes, por meio de cores diferentes de acordo com o nível de atenção para o cenário, indicam informações essenciais para o controle de tráfego aéreo.

“Esse novo sistema vai permitir que o controlador de voo tenha muito mais ferramentas à sua disposição, de modo que possa, de forma mais objetiva, facilitar a vida do piloto e trazer mais segurança para o próprio operador ao tomar as decisões ou efetuar determinadas autorizações ao comandante da aeronave. Em termos práticos, para quem viaja de avião, as ações decorrentes do sistema poderão reverter em menor tempo de voo, com consequente economia para a empresa aérea, menor emissão de gases e também acredito que possa refletir no aumento da pontualidade das empresas”, disse o presidente da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), Brigadeiro do Ar Carlos Vuyk de Aquino, no ano passado, em entevista à revista Aerovisão.

Fonte: Agência Força Aérea
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A canadense Bombardier, líder mundial em vendas de jatos executivos com 32% de participação, planeja ocupar mais espaço no mercado brasileiro, onde possui a segunda maior frota em operação, de aproximadamente 150 jatos. “O objetivo é aumentar ainda mais o volume de vendas da marca, tanto de aeronaves novas quanto de usadas e estar mais perto dos nossos clientes”, disse o vice-presidente Regional de Vendas para a América Latina, Fábio Rebello.

Engenheiro paulista formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e há 11 anos na empresa, Rebello conta que para dedicar uma atenção especial ao mercado nacional, a Bombardier está contratando um diretor de vendas que ficará exclusivamente dedicado aos negócios no Brasil.
“Antes toda a região da América do Sul era atendida por um único diretor de vendas. Também temos dois executivos dedicados à venda de aviões novos, outro para usados e um para marketing e apoio ao cliente e ao produto Bombardier”, explicou.

O atendimento ao operador também foi reforçado com um investimento de US$ 15 milhões no novo centro de manutenção da marca em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, o único autorizado da Bombardier para o país e também certificado pela FAA (Federal Aviation Administration), equivalente a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) no Brasil.

O centro pertence à SynerJet, representante da Bombardier no México, Brasil, Colômbia e Argentina. A SynerJet pertence à Synergy. Segundo o diretor comercial da SynerJet, José Eduardo Brandão, o centro foi remodelado para atender entre 40 e 50 aeronaves por mês de toda a linha da marca.

No ano passado, segundo Rebello, a Bombardier entregou 163 jatos executivos no mundo e a América Latina respondeu por cerca de 15% desse volume. “Temos uma participação de mercado no Brasil de 27%, mas ainda existe muito espaço para crescer. Os Estados Unidos e a Europa ainda continuam sendo os maiores mercados para os jatos executivos, mas é nos países emergentes onde o crescimento desse setor tem sido mais expressivo.”

Para os próximos 10 anos, de acordo com Rebello, a previsão do setor é de que o número de entregas de jatos executivos na América Latina seja superior a 925 unidades, algo em torno de 9% do mercado mundial. Entre 2021 e 2030 espera entregar 1,2 mil jatos na região, de um total de 14 mil em todo o mundo.

Apesar da crise que ainda afeta os mercados americano e europeu, a Bombardier comemora um crescimento no número de pedidos de jatos executivos. “Em 2010 tivemos um total de 107 encomendas firmes no ano fiscal que começou em fevereiro e terminou em janeiro de 2011. No último ano fiscal, que começou em fevereiro de 2011 e terminou em 31 de dezembro, ou seja, um mês a menos que o anterior, tivemos 191 pedidos.”

Entre os modelos mais vendidos no Brasil, Rebello destaca o Learjet 40XR, de US$ 10 milhões e o Learjet 45XR, que custa US$ 12,5 milhões. Outro modelo que também tem tido ótima aceitação no mercado brasileiro, segundo o diretor da SynerJet, é o Challenger 300, que custa US$ 24 milhões.

Fabricante de aviões comerciais, jatos executivos e equipamentos, sistemas e serviços para transporte em trilhos, a Bombardier faturou US$ 17,9 bilhões no ano fiscal encerrado em 31 de janeiro de 2011, ano em que também registrou alta de 4,6% na América Latina. A receita da Bombardier Aeroespace, que engloba aviação executiva, comercial e anfíbia, registrou receita de US$ 2,3 bilhões no final do terceiro trimestre de 2011, ante os US$ 1,8 bilhão do último ano fiscal.

FONTE: Valor Econômico
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O plano de voo está traçado e é ambicioso: a Eurocopter – maior fabricante mundial de helicópteros civis e que atua também na área militar – quer transformar sua filial brasileira, a Helibras, em um ator internacional desse mercado até meados da próxima década. O objetivo da empresa europeia é desenvolver e produzir totalmente no Brasil aeronaves que serão exportadas para o mundo todo, disse ao Valor o presidente da Eurocopter, Lutz Bertling.


Dessa forma, o Brasil passará de quinto maior mercado global da companhia, atualmente, para terceiro em meados da próxima década, atrás apenas da França e da Alemanha e à frente dos Estados Unidos e da Austrália.

“O desenvolvimento de um helicóptero leva no mínimo dez anos. Em 2023 ou 2025 começaremos a ter modelos com design realizado no Brasil, fabricados no país e que serão vendidos ao mercado mundial”, afirma o alemão. Hoje, a concepção dos aparelhos é feita na Europa, onde também são fabricadas as peças. A unidade brasileira, em Itajubá (MG), realiza a montagem dos helicópteros Esquilo.


O Brasil é o único país dos BRICS, grupo integrado também pela Rússia, Índia, China e África do Sul, que não possui uma indústria de helicópteros, diz o presidente. A Eurocopter – que reúne capital francês, alemão e espanhol e é uma divisão do consórcio europeu EADS (controladora da Airbus) – “quer se tornar o fabricante nacional” de helicópteros no Brasil, diz Lutz.

Parte desse processo de nacionalização da produção começará a ser posto em prática em breve. A inauguração da nova fábrica em Itajubá, um investimento de € 186 milhões (R$ 426 milhões) está prevista para fevereiro ou março e o início das atividades deve ocorrer no final deste semestre.


O projeto de expansão da unidade mineira é resultado do contrato de venda de 50 helicópteros EC725 para as Forças Armadas do Brasil, concluído em 2008. O acordo prevê que as 16 primeiras aeronaves serão fabricadas na França (três já foram entregues) e as demais serão feitas no Brasil. O primeiro helicóptero EC725 totalmente montado no país poderá ser entregue no final deste ano.


O cronograma de entregas irá cumprir uma escala gradativa de nacionalização de componentes, como circuitos eletrônicos e parte da fuselagem, até atingir 50% de equipamentos nacionais em 2015. Até esse prazo, o número de empregados da filial brasileira deverá passar dos atuais 600 para mil. A Eurocopter também planeja reforçar a cooperação com os fornecedores brasileiros para o desenvolvimento de componentes no Brasil, fator essencial da estratégia de produzir modelos no país.


O futuro do mercado brasileiro é promissor para a Eurocopter. A empresa vê no país grandes negócios potenciais: a polícia (que anunciou o projeto de compra de mais de 100 helicópteros) e outros serviços públicos, como também o setor privado (canais de TV, por exemplo), estão investindo na compra de aeronaves em razão da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, afirma Bertling.

“Mesmo sem esses grandes eventos, o Brasil é um dos mercados de helicópteros com crescimento mais rápido no mundo”, diz ele, acrescentando que o excelente desempenho no Brasil se refere ao número de aeronaves vendidas. “Em termos de percentual de crescimento, alguns países asiáticos registram taxas maiores, mas a frota desses países ainda é muito pequena.”.


Os resultados da Eurocopter no Brasil só serão divulgados em fevereiro. A companhia, que possui 30 filiais e participações em 21 países, anunciou ontem, em Paris, um faturamento recorde no ano passado: € 5,4 bilhões, com crescimento de 12,5% das vendas.

A empresa entregou menos helicópteros (503 contra 527 em 2010), mas as encomendas (457 unidades em 2011), registraram aumento de 32% em relação ao ano anterior. Em 2012, a empresa prevê crescimento de 7% a 7,5% do faturamento, média dos últimos cinco anos. Até 2017, as vendas de helicópteros civis na Ásia deverão crescer 40% e, na América Latina, 35%, prevê Bertling.
A Eurocopter afirma que em 2011 passou a deter 43% do mercado mundial de helicópteros civis, onde é líder, e 21,5% do mercado militar desse tipo de aeronave.


FONTE: Valor Econômico

Venezuela negocia crédito compra de aviões da Embraer

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A Venezuela negociará crédito de até US$ 814 milhões com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) brasileiro para financiar a compra de 20 aviões de uso comercial da construtora Embraer, disse neste domingo o presidente Hugo Chávez.

“Estão me pedindo US$ 814 milhões pelas 20 aeronaves Embraer. Está aprovado, mas eu não vou destinar os recursos, é para processar e trabalhar o financiamento com o BNDES, do Brasil”, declarou Chávez, durante seu programa dominical, “Alô Presidente”.

“Agradecemos muito à (presidente brasileira) Dilma (Rousseff) pelo crédito que vai nos dar”, acrescentou o presidente venezuelano, assegurando que seu país “precisa contar com uma boa linha aérea”.

As aeronaves integrarão a frota da companhia estatal venezuelana Conviasa.
Chávez informou, ainda, que está em negociação a compra de quatro aeronaves Airbus 340-500 com cinco anos de uso de uma companhia estatal dos Emirados Árabes por 60 milhões de dólares cada.

“Aprovados os recursos para a aquisição destes aviões, só resta fazer o esclarecimento de crédito”, afirmou Chávez a seus ministros, presentes na transmissão do programa.

A compra de aviões da Embraer começou a ser negociada durante a vista da presidente Dilma a Caracas, em dezembro passado. Na ocasião, foi assinado um pacto de cooperação entre a Embraer e a Conviasa.

As transações comerciais entre os dois países representaram um montante de 4,686 bilhões de dólares em 2010, com superávit para o Brasil de US$ 3,021 bilhões.

Fonte: Folha de São Paulo

Obsesidade cresce 300% no EB

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Um problema cada vez mais comum na sociedade, agora é uma realidade também no Exército Brasileiro. A taxa de recrutas com excesso de peso passou de 0,9% para 2,8% nas últimas três décadas.

Os recrutas brasileiros estão mais gordos e mais próximos de problemas de saúde como diabetes, hipertensão e impotência sexual.

Uma pesquisa conduzida pelo cardiologista do Hospital do Coração (Hcor), Daniel Magnoni, mostrou que os jovens com 18 anos, interessados em ingressar nas Forças Armadas Brasileiras, chegam ao Exército já com excesso de gordura em níveis prejudiciais ao organismo.

Em 30 anos (1978 e 2008), o aumento das taxas de obesidade nesta população foi de 300%, saindo de 0,9% há três décadas para atuais 2,8%. O sobrepeso aumentou 200%, saindo de 6,8% para 15,5%.

A conclusão foi feita com base em 2 milhões de homens recrutas. Para Magnoni, a pesquisa espelha uma situação preocupante em uma parcela da população muito jovem. “Esperávamos que estivessem menos gordos e mais saudáveis. Eles tinham 18 anos quando foram avaliados”, afirmou o cardiologista.

Fonte: Portal iG. Leia mais aqui.

Marinha expõe navios de guerra em Itajaí

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ITAJAÍ – O Porto de Itajaí e o píer turístico  abrem as portas neste fim de semana para a apresentação de navios de guerra da Marinha. O navio de desembarque de carros de combate Almirante Saboia, a Fragata Greenhalgh e a Corveta Barroso ficarão abertos à visitação pública sábado e domingo, das 14h às 18h.

O Almirante Saboia estará atracado no Píer Turístico de Itajaí. A Fragata Greenhalgh e a Corveta Barroso estarão atracadas no berço nº 4 do Porto de Itajaí, com acesso pelo Portão 2.
A atracação dos navios faz parte da programação da Operação Aspirantex-12, que ocorre de 13 de janeiro a 1º de fevereiro, na área marítima entre o Rio de Janeiro e a cidade de Mar Del Plata, na Argentina. A ação inclui exercícios no mar de caráter estritamente militar, com ações de ataque, antissubmarino, esclarecimento e apoio logístico móvel. Também serão conduzidas atividades de patrulha naval nas proximidades da Bacia Petrolífera de Santos.

Fonte: Jornal de Santa Catarina.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Reportagem: Novas Facas de Campanha Imbel IA2 e AMZ

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Origem

As pesquisas de mercado da IMBEL, em 2008, identificaram a demanda das Forças Armadas brasileiras por uma faca com requisitos militares, importante instrumento de trabalho do soldado em campanha. Foi constatado que as facas usadas por soldados brasileiros eram cópias importadas ou modelos civis adaptados a desenhos militares.
As Facas de Campanha IA2 e AMZ têm origem nas Facas-Baioneta que foram desenvolvidas para os novos fuzis IA2, projetadas apara atender às severas condições do uso militar.

(...)

Dois modelos: IA2 e AMZ

O modelo IA2 (IMBEL, modelo A2) tem dimensões equilibradas para multiuso, sugerida para tropas de apoio ao combate, logísticas, guarnições de blindados, unidades de PE, de guarda e forças policiais.

(...)

O que as facas IA2 e AMZ têm?

As facas de campanha IA2 e AMZ são resistentes à corrosão e permitem tanto golpes de impacto quanto cortes precisos. O tipo de aço e o tratamento térmico foram projetados para equilibrar flexibilidade a torções com a dureza para deter o fio e, se necessário, recuperá-lo em campanha.

O pomo do punho, em formato de bico de águia, além de ajudar a reter a faca na mão do soldado, permite o uso para martelagem. O punho foi projetado para resistir ao ressecamento e tem alta resistência a impactos ou abrasão.

(...)

Abaixo, o vídeo das novas facas.



Leia mais sobre as Facas IA2 e AMZ no blog Forças Terrestres. E ainda, sobre os novos Fuzis IA2, clique aqui.

Avibrás recontrata 400 funcionários.

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Impulsionada pela saída da Recuperação Judicial (antiga concordata), por novos contratos com as Forças Armadas, em especial do Astros 2020, e novas possibilidades de contratos, e ainda o acordo que resultou em assunção das dívidas do Gov. Federal em troca de uma posição acionária na empresa, a Avibrás está em franca recuperação.

Primeiramente, o projeto do Astros 2020 está avaliado em R$ 2 Bi, e irá gerar mais de 700 vagas de emprego na Avibrás. Ainda em 2008, a Avibrás já havia fechado um contrato de R$ 500 Mi com um cliente na ásia. Ainda, uma licitação de E$ 3 Bi pode tornar a Avibrás parceira nesse projeto milionário.

A nova onda de otimismo agora veio na forma de nova fábrica, à ser instalada na cidade de Lorena, SP, e que custará R$ 46 Mi, e que será destinada à fabricar polibutadieno (PBLH) para o Programa Espacial e para o setor civil.

Ainda em dezembro, a Avibrás anunciou a recontratação de 20 funcionários, e recentemente anunciou outras 400 recontratações, no vídeo abaixo.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Relatório da Defesa mostra sucateamento.

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Documento sigiloso produzido pelos comandos militares sobre a situação da defesa nacional repassado ao Palácio do Planalto nos últimos dias mostra um sucateamento dos equipamentos das três Forças. Segundo os militares, os dados esvaziam as pretensões brasileiras de obter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, além de inibir a participação do País em missões especiais da ONU.
De acordo com a planilha obtida pela reportagem, a Marinha, que em março mantinha em operação apenas dois de seus 23 jatos A-4, não tem hoje condições de fazer decolar um avião sequer do porta-aviões São Paulo. Com boa parte do material nas mãos de mecânicos, a situação da Marinha se distancia do discurso oficial, cuja missão seria zelar pela área do pré-sal, apelidada de Amazônia Azul.
Segundo o balanço, que mostrou uma piora em relação ao último levantamento, realizado em março, a situação da flotilha também não é confortável. Apenas metade dos navios chamados de guerra está em operação. Das 100 embarcações, incluídas corvetas, fragatas e patrulhas, apenas 53 estão navegando. Dos cinco submarinos, apenas dois ainda operam. Das viaturas sobre lagartas (com esteiras), como as usadas pelos Fuzileiros Navais para subir os morros do Rio de Janeiro, apenas 28 de 74 estão em operação.

Fonte: Estadão

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

MARINHA DO BRASIL ADQUIRE MISSIL PENGUIN.

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A marinha do Brasil assinou no ultimo dia 19 de Dezembro um contrato de fornecimento de 8 mísseis AGM-119B Penguin MK-2 Mod-7 num valor de EUR$ 15 732 494,00 para serem usados no novo helicóptero naval Sikorsky SH-60B Seahawk.
O míssil Penguin é usado contra alvos navais como pequenos navios. Sua guiagem é feita por infravermelho IR e seu alcance atinge 35 km na versão adquirida pela marinha brasileira.

Fonte: Marinha do Brasil

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

BRASIL VENDE MISSIL ANTI-RADAR PARA O PAQUISTÃO

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A empresa Mectron, do Brasil, assinou um contrato na ordem de € 85 milhões de euros para fornecer para o governo do Paquistão 100 unidades do novissimo míssil anti-radar MAR-1. Com este contrato, permitirá a manutenção deste programa que será de grande utilidade para a força aérea brasileira, na medida em que os contratos de aquisição brasileiras demoram aser assinados levando risco aos programas desse tipo no país.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

MIL MI-35M FOI CONFIRMADO O NOVO HELICOPTERO DE ATAQUE BRASILEIRO.

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Foi confirmado no dia 26 de Novembro de 2008, durante a visita do presidente da Federação da Rússia Dmitri Medvedev ao Brasil, que foi assinado um contrato de aquisição, pela Força Aérea Brasileira, de 12 helicóptero de assalto Mil Mi-35M em 28 de Outubro de 2008. Esta será a primeira vez que uma força armada do Brasil fará uso de um helicóptero de ataque. Esses novos helicópteros será utilizados pela FAB em operações na região amazonica em apoio ao combate de ilícitos como trafico de drogas.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

MAIS PIRANHAS III PARA O CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS DO BRASIL

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Segundo o site da revista tecnologia e defesa, a marinha do Brasil confirmou a aquisição de mais 18 unidades do transporte de tropas Piranha III da suissa MOWAG. Este veículo já é usado pelo Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil em numero de 12 unidades, sendo que esse novo lote totalizará 30 unidades a disposição dos fuzileiros brasileiros.


terça-feira, 28 de outubro de 2008

UM EXÉRCITO PARA UM CONTINENTE.

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Começa a surgir indícios do que poderia vir a ser uma revolução no equilíbrio estratégico militar, principalmente no ocidente. Um exército comum europeu. A ideia defendida fortemente pela França começa a ganhar simpatizantes em outras grandes nações europeias como Alemanha e Inglaterra. Inicialmente a força teria entre 10000 e 40000 soldados formados por militares de todos os países da União europeia.


segunda-feira, 27 de outubro de 2008

FORÇA AÉREA DOS ESTADOS UNIDOS TERÁ NOVO COMANDO PARA SUAS FORÇAS NUCLEARES

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O comando da força aérea dos Estados Unidos (USAF) anunciou no ultimo dia 24 de Outubro a criação do Comando de Ataque Global (GSC) que centralizará as operações de todos os bombardeiros estratégicos e bases terrestres de mísseis nucleares em um só comando visando tornar mais eficiente sua operação assim como evitar dois incidentes de seguranã que derrubaram dois comandantes da força aérea. Um dos incidentes um bombardeiro armado com bombas nucleares ativas sobrevoaram o território norte americano, sem saber de que as armas transportadas eram verdadeiras, pois se pensava ser de treino, apenas. No outro incidente, peças de armas nucleares foram transportadas acidentalmente para Taiwan, o que causou um sério mal estar na USAF, no governo americano e na China que mantém um conflito com a ilha.


Fonte: Defense Aerospace

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

NOVA ETAPA NO FX-2

Acima: O Rafale se torna o candidato mais provavel a vencer o programa FX. Os franceses são relativamente mais tolerantes com a transferência de tecnologia que o progrma exige.
A força aérea brasileira publicou hoje a sua lista de finalistas para o programa de renovação de sua frota de combate aéreo conhecida como programa FX-2. O que mais chamou a atenção não foi os candidatos que passaram para essa etapa, e sim um dos candidatos que não conseguiu passar. O poderoso caça russo Sukhoi Su-35BM, um dos favoritos nesse programa ao lado do moderno caça Dassaut rafale da França, foi eliminado do programa. Sobraram agora os caças Boeing F/A-18 Super Hornet, o Saab JAS-39 Gripen NG e o Rafale. Considerando o critério de transferência de tecnologia como sendo fundamental para a aquisição do caça vencedor, as chances do Rafale se tornam muito grande, pois os franceses se mostram mais abertos a esse tipo de operação que os norte americanos e mesmo os suecos, cuja metade das peças de seu Gripen são de origem estadunidense.
Acima: A permanência de um caça norte americano (F/A-18E) na concorrência do FX foi surpreendente devido a resistência do governo norte americano em liberar transferência de tecnologia.
Fonte:
http://www.defesanet.com.br/fx2/fab_01out08.htm

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

CHEGAM OS ULTIMOS MIRAGE 2000C PARA O BRASIL

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Ontém, dia 27/08/2008 foi recebido pela força aérea brasileira os ultimos dois caças Dassault Mirage 2000C, localmente chamados de F-2000. O comandante da força aérea brasileira, Brigadeiro Juniti Saito e o o ministro da defesa Nelson Jobim, participaram da cerimonia de recebimento que teve ainda um passeio de 50 minutos do ministro da defesa em um Mirage 2000B. Segundo o Ministro Jobim, terminou o ciclo de compras de prateleira da força aéra brasileira de forma que as proximas aquisições terão que ter a participação da industria nacional para absorver tecnologia dos sitemas de armas escolhidos.


Fonte: Defesanet

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

MAIS CAÇAS F-5E/F PARA O BRASIL

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Na noite de 19 de agosto, exatamente às 22h51, pousou no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (Cumbica), um cargueiro Antonov An-124-100 Ruslan da companhia aérea Volga-Dnepr, que após a aterrisagem, foi estacionar no pátio do 4º ETA, na Base Aérea de São Paulo (BASP), onde imediatamente se procedeu ao descarregamento de sua preciosa carga – os três primeiros caças Northrop F-5E Tiger II adquiridos da Jordânia pela Força Aérea Brasileira (FAB).No total, foram adquiridas 11 aeronaves.Os aparelhos que chegaram ontem ainda exibiam as cores da Real Força Aérea da Jordânia (RFAJ). O primeiro foi retirado do cargueiro por volta das 23h50. Junto com as aeronaves vieram tanques externos sobressalentes, motores e todo o “arsenal” de peças relacionado às aeronaves. Em terra, ao chegar, o Antonov An-124 teve apoio da Swissport, empresa especializada em serviços aeroportuários.

Fonte: Revista Asas