sexta-feira, 22 de agosto de 2008

MAIS CAÇAS F-5E/F PARA O BRASIL

Blog Oficial das Comunidades

Questões de Defesa
Núcleo de Estudos Militares
Campo de Batalha Aéreo
Campo de Batalha Terrestre
Campo de Batalha Naval


Na noite de 19 de agosto, exatamente às 22h51, pousou no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (Cumbica), um cargueiro Antonov An-124-100 Ruslan da companhia aérea Volga-Dnepr, que após a aterrisagem, foi estacionar no pátio do 4º ETA, na Base Aérea de São Paulo (BASP), onde imediatamente se procedeu ao descarregamento de sua preciosa carga – os três primeiros caças Northrop F-5E Tiger II adquiridos da Jordânia pela Força Aérea Brasileira (FAB).No total, foram adquiridas 11 aeronaves.Os aparelhos que chegaram ontem ainda exibiam as cores da Real Força Aérea da Jordânia (RFAJ). O primeiro foi retirado do cargueiro por volta das 23h50. Junto com as aeronaves vieram tanques externos sobressalentes, motores e todo o “arsenal” de peças relacionado às aeronaves. Em terra, ao chegar, o Antonov An-124 teve apoio da Swissport, empresa especializada em serviços aeroportuários.

Fonte: Revista Asas

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

BOEING FORMALIZA SUPER HORNET PARA O BRASIL

Blog Oficial das Comunidades

Questões de Defesa
Núcleo de Estudos Militares
Campo de Batalha Aéreo
Campo de Batalha Terrestre
Campo de Batalha Naval


A Boeing formalizou uma oferta ao governo brasileiro em 30 de julho ultimo propondo a venda de 36 unidades de seu caça F/A-18E Super Hornet, a variante mais avançada do famoso caça F/A-18. A Boeing promete superar as eventuais resistências do congresso dos Estados Unidos com relação a venda de armas e de ajudar a integrar o armamento já disponível na Força Aérea Brasileira (FAB), caso seu caça seja aceito.

terça-feira, 22 de julho de 2008

RUSSIA PODERÁ ENVIAR BOMBARDEIROS PARA CUBA

Blog Oficial das Comunidades

Questões de Defesa
Núcleo de Estudos Militares
Campo de Batalha Aéreo
Campo de Batalha Terrestre
Campo de Batalha Naval


A Russia estaria em negociação com o governo cubano para alugar uma base por U$ 200 milhões ao ano para operar, permanetemente, alguns bombardeiros estratégicos Tupolev Tu-160 Blackjack e Tu-95 bear. Caso se concretize essa ação, será uma clara resposta para os Estados Unidos que estão a instalar um sistema anti missil na Polonia e na republica Tcheca, além de que aéronaves de combate da Otan foram deslocados para países do leste europeu, causando um mal estar em Moscou.
Fora essa informação, o presidente Venezuelano Hugo Chavez, em visita à Russia para aquisição de mais armas para suas forças armadas, declarou que se a Russia precisar usar bases do território da Venezuela, elas serão "Bem vindas" segundo suas palavras. Essa declaração poderia colocar mais lenha na fogueira pois o Pentagono (departamento de defesa dos Estados Unidos) está atento a essas informações.

domingo, 20 de julho de 2008

A COLOMBIA ENTRA NO PROGRAMA C-390 DA EMBRAER

Blog Oficial das Comunidades

Questões de Defesa
Núcleo de Estudos Militares
Campo de Batalha Aéreo
Campo de Batalha Terrestre
Campo de Batalha Naval



BOGOTA, 19 Jul 2008 (AFP) - A Colômbia participará como parceira de um projeto militar do Brasil de construção de um avião de "transporte pesado", segundo acordo de cooperação em defesa assinado neste sábado em Bogotá pelos presidentes Alvaro Uribe e Luiz Inacio Lula da Silva.
"É muito importante o acordo que acabamos de estabelecer de sociedade no processo liderado pelo Brasil de desenvolver avião de transporte de extraordinárias condições, muito competitivo no mundo inteiro", disse o presidente colombiano em entrevista à imprensa ao lado de Lula.
O governante brasileiro indicou, no entanto, que seu país "não deseja ser apenas um vendedor de armas de defesa", pelo que o protocolo subscrito prevê que as duas nações "possam construir coisas" em conjunto.
"O que desejamos é ser sócios para produzir e vender juntos", insistiu Lula. Além da aeronave, o "Brasil deseja construir fábricas para produzir material de defesa com os países da América do Sul e a Colômbia tem desejo e potencial", explicou.
Segundo o ministro brasileiro Nelson Jobim, "necessitamos integrar as indústrias da defesa, não se justificando que os países desenvolvam esforços isolados sem complementaridades".
Seu colega colombiano, Juan Manuel Santos, informou que, como parte do protocolo de desenvolver o avião, buscará reforçar a vigilância fluvial na Amazônia, que delimita a fronteira de Colômbia com Brasil e Peru.
Fonte: G1

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Embraer fornecerá E-Jets para o Governo Brasileiro

Blog Oficial das Comunidades

Questões de Defesa
Núcleo de Estudos Militares
Campo de Batalha Aéreo
Campo de Batalha Terrestre
Campo de Batalha Naval


Força Aérea Brasileira
DEFESA@NET 02 Junho 2008
EMBRAER

EMBRAER FORNECERÁ JATOS EMBRAER 190
AO GOVERNO BRASILEIRO
Aeronaves servirão à Presidência da República

São José dos Campos, 2 de junho de 2008 – A Embraer assinou hoje contrato para a venda de dois jatos EMBRAER 190 ao governo brasileiro, cuja finalidade será o transporte de autoridades. As aeronaves serão configuradas especialmente para este fim e serão operadas pelo Grupo de Transporte Especial (GTE) da Força Aérea Brasileira (FAB), que serve à Presidência da República, ministérios, secretarias da Presidência, autoridades dos poderes legislativo e judiciário.

EMBRAER 190 nas cores
do governo brasileiro


“Será um orgulho e uma honra para todos os empregados da EMBRAER ver nosso EMBRAER 190 voando nas cores da República Federativa do Brasil”, afirmou o Diretor- Presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado.“Temos certeza de que os atributos que vêm assegurando o sucesso desse modelo de aeronave em todo o mundo – conforto, segurança, desempenho, tecnologia avançada e economicidade – contribuirão para a excelência da operação do GTE no cumprimento de sua missão no âmbito da Força Aérea Brasileira e do Estado Brasileiro.”

As aeronaves serão configuradas com sistemas especiais de comunicação, visando um nível máximo de segurança, além de uma área privativa para o Presidente da República, incluindo espaço para reuniões. Terão, ainda, capacidade para transportar cerca de 40 passageiros com um alcance que abrange toda a América do Sul, a partir de Brasília, oferecendo, assim, grande flexibilidade operacional para as missões às quais se destinam.

“A Embraer é referência na indústria mundial aeronáutica e a compra dessas novas aeronaves está em consonância com os objetivos da política de desenvolvimento industrial do país”, disse o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, Comandante da Aeronáutica.

A FAB já opera outros modelos de aeronaves de transporte de fabricação Embraer, como o
ERJ 145, o Legacy 600 e o EMB 120 Brasilia. Além dessas, também integram a frota aeronaves militares de projeto e fabricação nacional, como o AMX, Tucano, Super Tucano e os aviões de inteligência, vigilância e reconhecimento (Intelligence, Surveillance and Reconnaissance – ISR) operados no âmbito do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM).

Brasil responde à IV Frota: Operação Atlântico

Blog Oficial das Comunidades

Questões de Defesa
Núcleo de Estudos Militares
Campo de Batalha Aéreo
Campo de Batalha Terrestre
Campo de Batalha Naval



United States
DEFESA@NET 10 Julho 2008
DEFESA @ NET

Operação Atlântico

Brasil responde à IV Frota?

Kaiser Konrad

Preocupadas com a proteção das recém descobertas reservas de Petróleo na costa brasileira as Forças Armadas realizarão em setembro o maior exercício militar combinado da América Latina em 2008. A Operação Atlântico vai concentrar no Rio de Janeiro 9 mil militares. Estão previstos o engajamento de quase todos os meios navais disponíveis, além de tropas das Brigadas Pára-quedista e de Operações Especiais.

Logo do Exercício Combinado
Operação Atlântico

Protegendo nossas riquezas
na Amazônia Azul

ADSUMUS

“Aqui Estamos”. Este é o recado que os militares brasileiros pretendem enviar aos Estados Unidos após a reativação da IV Frota. O temor de ingerência em nossas águas e a hipotética invasão como a que aconteceu 2003 no Iraque deixaram de ser uma neurose exclusiva da caserna e chegou ao Congresso.

Ontem os senadores Pedro Simon (PMDB-RS), Eduardo Suplicy (PT-SP), João Pedro (PT-AM) e Cristovam Buarque (PDT-DF), visitaram o embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel, para pedir explicações sobre a Quarta Frota naval americana.

Ingenuidade parlamentar

“Viemos manifestar nossa estranheza com relação à questão da Quarta Frota, ainda mais pelo fato de o presidente Bush tomar a decisão no final do seu mandato. Fizemos um apelo para que a frota não venha, pois vai criar um mal-estar desnecessário”, afirmou Simon ao fim da reunião. Segundo o senador, o presidente americano deveria deixar essa decisão “para o próximo governo”.

O que o senador Simon não sabe é que existem países com políticas de Estado e outros só de Governo. Deixar para depois é uma característica dos governantes brasileiros, que não têm a capacidade de assumir riscos em suas decisões e passam “a bola para os outros”, como foi feito com o programa FX de reaparelhamento da Força Aérea Brasileira. A questão passou de FHC a Lula e até agora não saiu do papel.

Estes parlamentares deveriam visitar o presidente brasileiro e cobrar uma posição efetiva sobre a modernização dos meios militares, assim estariam fazendo um grande serviço e mostrando seus interesses em prol da Defesa Nacional. Os contatos com a Embaixada americana poderiam ficar para o Itamaraty.

Os parlamentares brasileiros agora temem os americanos, mas se isentaram da responsabilidade e não fizeram discursos contundentes como este na hora de aprovar recursos suplementares para que as Forças Armadas se modernizassem, ofuscando assim olhares cobiçosos e fazendo frente às potenciais ameaças estrangeiras à soberania nacional.

A Questão Antártica

Os americanos reativaram a Quarta Frota por ser a região do Atlântico Sul um dos cenários de maior potencial conflitivo no planeta. Além dos recursos minerais recém descobertos em águas brasileiras, os americanos olham para seu futuro e vêem a questão da partilha da Antártida como uma de suas principais preocupações. O engajamento de argentinos, chilenos e britânicos e os olhares de Chávez levaram os “irmãos do norte” a se preocupar mais com esta questão.

Em entrevista a Defesanet, um importante cientista da Agência Espacial Européia afirmou que existe a possibilidade de uma guerra acontecer no Atlântico Sul nos próximos 25 anos. E o Brasil estará preparado? Será com aviões Bandeirulha e poucos submarinos que vamos defender nossos interesses no mar? Essas questões não foram levantadas por nossos políticos muito menos têm sido motivo de discursos acalorados no Congresso.O Brasil necessita pensar estratégicamente e investir em equipamentos militares, dissuadindo assim àqueles contrários aos nossos interesses.

O influente jornal The Telegraph, sempre próximo aos círculos militares ingleses, publicou no dia 08 de Julho matéria sobre a crescente preocupação destes com o governo argentino,
e a surpreendente aproximação da presidenta Cristina Kirchner com os militares, e também alerta sobre a mobilização de outros países. Mencionam inclusive a disposição dos russos de enviarem tropas especias para operar em climas polares. (leia a matéria na íntegra)


Vote na enquete: http://www.orkut.com.br/CommPollVote.aspx?cmm=1090405&pct=1216231016&pid=1830654517&msg=1

Novo Projeto F-X2

Blog Oficial das Comunidades

Questões de Defesa
Núcleo de Estudos Militares
Campo de Batalha Aéreo
Campo de Batalha Terrestre
Campo de Batalha Naval


DEFESA@NET 02 Julho 2008
FAB 02 Julho 2008
Força Aérea Brasileira

Programa F-X2

Ministério da Defesa
Comando da Aeronáutica
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA


NOTA PROJETO F- X2

O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais para as próximas décadas e obedecendo ao cronograma de desativação de aeronaves de combate da Força Aérea Brasileira, instituiu, no dia 15 de maio de 2008, a Comissão Gerencial do Projeto F- X2, com o objetivo de conduzir os processos de aquisição de aeronaves de caça a serem incorporadas ao acervo da Força.

O intuito deste trabalho é dotar a FAB de uma frota padronizada de aeronaves de caça de múltiplo emprego, com o início das operações no Brasil previsto para o ano de 2015 e para serem utilizadas por aproximadamente 30 anos. O planejamento prevê a substituição gradual das frotas de Mirage-2000, F-5M e A-1M.

Para tanto, seis empresas foram pré-selecionadas e receberam solicitação para apresentarem informações (request for information – RFI):
1 - as norte-americanas Boeing (F/A-18 E/F Super Hornet) e Lockheed Martin (F-35 Lightning II);
2 - a francesa Dassault (Rafale);
3 - a russa Rosoboronexport (Sukhoi SU-35);
4 - a sueca Saab (Gripen), e,
5 - e o consórcio europeu Eurofighter (Typhoon).

O processo de escolha da aeronave vencedora levará em conta, principalmente, o atendimento aos requisitos operacionais estipulados pela FAB. Outros critérios a serem utilizados na avaliação dizem respeito à logística, aos custos, às condições das ofertas de compensação comercial e o grau de transferência de tecnologia para a indústria aeronáutica brasileira.